Segundo Carlos Rosa, membro da organização, o fundista lesionou-se durante a fase de preparação e não poderá defender o título.
A prova, que conta com 755 atletas inscritos, entre nacionais e estrangeiros, será percorrida por várias artérias da capital, num percurso superior a vinte e um quilómetros, e visa celebrar os 23 anos da Paz e Reconciliação Nacional.
Com a ausência de Abdulahi Mohamed, abre-se espaço para o etíope Raphael Olekei, presença confirmada entre os participantes, conquistar a prova. Olekei foi o vencedor da São Silvestre de Luanda em 2023.
Esta edição também não vai contar com a fundista Violah Motosio. A atleta do Bahrein, vencedora da 2.ª e 3.ª edição, foi convocada para representar o seu país na 5.ª edição dos Jogos Mundiais Militares de Inverno do Comité Internacional de Desporto Militar (CISM), disputados entre 23 e 30 de Março, na Suíça.
De acordo com o responsável da CRDS Eventos, promotora da corrida, a maioria dos atletas etíopes e somalis chegou ao país na quarta-feira, assim como os chineses. Já os quenianos e o representante indiano eram esperados ontem.
A Meia Maratona Internacional da Paz tem um pacote de prémios no valor de 53 milhões e 300 mil kwanzas. No total, 74 corredores serão premiados.
A classificação geral contempla os 20 primeiros colocados, quer no masculino como no feminino, com prémios de Kz 5.700.000 para o vencedor, Kz 4.700.000 para o segundo classificado e Kz 3.800.000 para o terceiro.
Na classe dos atletas paralímpicos, os 10 primeiros serão premiados, com valores entre Kz 200.000 e Kz 50.000. Além disso, sete categorias de atletas veteranos serão distinguidas, cada uma com um prémio de Kz 150.000.
Ontem, a organização levou os atletas a conhecerem o percurso da corrida e realizou uma última vistoria para garantir que tudo estivesse pronto para o evento.